
SER ESTUDANTE
Como é estudar? Como se estuda? Como é ser um estudante?
Com certeza as respostas a essas perguntas diferem de um estudante para outro. Mas se essa mesma pergunta fosse feita para alguém que nunca teve a chance de estudar, qual seria a resposta?
Inicio fazendo essa reflexão porque tenho visto ultimamente vários casos de violência, cometidos por estudantes de ensino superior, casos na qual rebaixa o ser humano a categorias ainda inexistentes na natureza, tornando-nos menos “racionais” que os animais desprovidos de intelecto. Então me pergunto: Para que serve a universidade? E o que traz de proveitoso para a sociedade? Seria para formar pessoas com o intelecto capaz de produzir uma bomba atômica, ou metralhadoras capazes de disparar quinhentos tiros por minuto, armas biológicas, ou então pessoas que agridem covardemente uma doméstica apenas porque a confundiram com uma prostituta, ou então seria fornecer status a indivíduos que amarram uma cachorrinha (grávida) na traseira de um carro e a arrastam até a morte...
Inacreditável, mas isso foi feito por quem concluiu ou está concluindo um curso superior. Será que eles pagarão pelos seus crimes, ou alguém que estudou não vê isso como crime. E se pagarem, será que merecem cela especial porque estudaram.
Qual é o sentido de estudar? De ser estudante?
No sentido que aprendi esses indivíduos citados anteriormente não se encaixam.
No sentido que aprendi, estudar era construir-se.
Um estudante é quem está em constante construção. É como um diamante sendo polido. E não falo apenas do estudante formal, e sim de todo aquele que aplica sua inteligência á alguma coisa (construtiva).
Se eu pudesse andaria com uma placa em meu peito escrito assim: EM CONSTRUÇÂO, para mostrar que ainda estou nesse processo de aprimoramento, ainda sou e sempre serei um ser “EM OBRAS”.
Então concluo com o pensamento de Karl Marx em sua crítica aos filósofos: “chega de explicar o mundo, precisamos é modificá-lo”
(eu estudo para isso).
Como é estudar? Como se estuda? Como é ser um estudante?
Com certeza as respostas a essas perguntas diferem de um estudante para outro. Mas se essa mesma pergunta fosse feita para alguém que nunca teve a chance de estudar, qual seria a resposta?
Inicio fazendo essa reflexão porque tenho visto ultimamente vários casos de violência, cometidos por estudantes de ensino superior, casos na qual rebaixa o ser humano a categorias ainda inexistentes na natureza, tornando-nos menos “racionais” que os animais desprovidos de intelecto. Então me pergunto: Para que serve a universidade? E o que traz de proveitoso para a sociedade? Seria para formar pessoas com o intelecto capaz de produzir uma bomba atômica, ou metralhadoras capazes de disparar quinhentos tiros por minuto, armas biológicas, ou então pessoas que agridem covardemente uma doméstica apenas porque a confundiram com uma prostituta, ou então seria fornecer status a indivíduos que amarram uma cachorrinha (grávida) na traseira de um carro e a arrastam até a morte...
Inacreditável, mas isso foi feito por quem concluiu ou está concluindo um curso superior. Será que eles pagarão pelos seus crimes, ou alguém que estudou não vê isso como crime. E se pagarem, será que merecem cela especial porque estudaram.
Qual é o sentido de estudar? De ser estudante?
No sentido que aprendi esses indivíduos citados anteriormente não se encaixam.
No sentido que aprendi, estudar era construir-se.
Um estudante é quem está em constante construção. É como um diamante sendo polido. E não falo apenas do estudante formal, e sim de todo aquele que aplica sua inteligência á alguma coisa (construtiva).
Se eu pudesse andaria com uma placa em meu peito escrito assim: EM CONSTRUÇÂO, para mostrar que ainda estou nesse processo de aprimoramento, ainda sou e sempre serei um ser “EM OBRAS”.
Então concluo com o pensamento de Karl Marx em sua crítica aos filósofos: “chega de explicar o mundo, precisamos é modificá-lo”
(eu estudo para isso).
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